Rede social: influencia ou não na vida do jovem profissional?
Não achem que a titia aqui está sendo chata. Mas convenhamos, a nossa geração: da preguiça, ansiedade, depressão, e tecnológica está caminhando a passos decadentes. Já vi vários sendo puxados pela orelha no trabalho, devido a esses fatores. Mas o principal a ser relatado hoje, é se a sua conexão fora do seu ambiente, te torna sonhador ao ponto de esquecer a verdadeira realidade em que está inserido!
A invenção mais bem planejada e eficiente do ser humano, foi a conexão entre aparelhos que brilham o tempo todo. E isso pode nos ajudar a mudar o mundo em todos os aspectos. Mas essa invenção também trouxe problemas pra dentro de nossas casas.
Quantas vezes ficamos encarando o celular na mesa de jantar como se nada estivesse acontecendo? Quantas vezes carregamos a bateria usando o celular ao mesmo tempo?
Quantas vezes você esquece seu celular em casa? Ou o fone de ouvido?
Quantas vezes as notificações não te colocaram em um nível extremo de ansiedade?
De fato, as redes sociais, influenciam em todo o nosso ambiente, mas isso não deveria ser levado para o lado profissional. A pesquisa pela profissão que tem o maior retorno de salário, ou menor tempo de trabalho acaba sendo uma vara nas mãos de vocês, peixinhos!
Acreditar que nossa geração só faz o que ama, não é tão real assim.
Entre diversas paixões pela profissão ideal, existe muitos que arriscam, e atiram sem ponto certo. Sem um foco, sem um planejamento.
Na minha opinião, pode influenciar sim! Mas somente cabeças "influenciáveis". Desde que nascemos somos obrigados a escolher cor favorita, filme preferido, e afins. E entre essas escolhas, temos a profissão também. Não acredito que essa escolha seja feita ás pressas, em uma conversa só. Eu sempre quis ser professora, acredita? Usava meus ursos (que eram poucos) para representar os alunos, e usava salto alto (que por várias vezes quebrei, desculpa mãe) como representação da mulher mais velha e profissional. Fazia provas e respondia. Chamava a atenção dos meus "alunos" muitas vezes calma e serena, ou aos berros.
Só que nem tudo são flores, e nem todas as escolhas são para sempre. O fato de querer me tornar jornalista pelo gosto aos livros foi totalmente relativo. Essa pergunta me angustiava sempre que alguém questionava, e foi resolvida ao longo dos meus vinte e um anos.
Acho que a composição do texto é para que os jovens parem de achar que vão ficar ricos com a profissão "certa" e comecem a perceber que a única certa, é a que bate nosso coração mais forte.
Ser influenciada por uma música, um artista, uma opinião é aceitável e recomendável também. Mas tem certos tipos de escolhas que devemos apenas pensar em nós mesmos, para que isso possa refletir em nossas ações. Eu não gostaria de ser atendida por um médico que só quis se formar. Eu quero ser atendida por pessoas que amam o que fazem. E nada no mundo paga por isso.
Nenhum centavo paga a sua consciência tranquila, e se pagar tem algo errado com o que você escolheu fazer.
Quero por fim, declarar meu amor pelas redes sociais! Adoro memes, adoro notícias, e etc. E essa ferramenta pode ser usada também para melhorar nosso trabalho, nosso convívio, nossas vendas. A parte que nos retorna de coisas boas são favoráveis. O que pode alavancar e fazer com que crescemos mais rápido.
Tudo na medida certa, faz bem!

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